Benjamin Netanyahu, líder extremista que pode levar os judeus a extinção.
- André Suzano
- 16 de abr. de 2024
- 3 min de leitura
Entenda o que o Brasil tem a ver com essa guerra e com o fascismo.

Benjamin Nethanyahu sobre a possibilidade de guerra contra o Irã.
O primeiro ministro de Israel, Benjamin Nethanyahu é um líder de extrema direita que governa o país a mão de ferro.
Na verdade o quem cometeu o ataque não foi o Irã e assim como Nethanyahu contra-atacou a palestina, em resposta ao ataque terrorista do Hamas, matando mais de 30 mil pessoas e sendo acusado de genocídio pelo governo brasileiro, o Irã, após ter a sua embaixada na Síria explodida pelo governo de Israel, também contra-atacou, deixando o céu de Israel aceso por uma enorme quantidade de drones e mísseis enviados não só pelo Irã, mas por uma aliança militar que envolve países e milícias que são consideradas terroristas.
O fato é que a região vem disputando o território durante séculos em uma guerra santa sem sentido.
As religiões sempre foram usadas para domínio político e é fundamentalmente nessa região, justamente onde nasce o cristianismo, que a falta de entendimento é maior, provocando a divisão de povos por uma crença no pós vida, transformando países, em adversários políticos, que tem a guerra armada como instrumento para cada um defender uma "verdade baseada na ilusão do mundo imaterial", dando vazão a atitudes fascistas como a de Nethanyahu frente a Palestina.
Essa estratégia também foi posta em prática aqui no Brasil, através de um plano de poder, iniciado por Edir Macedo com as suas casas de doutrinação chamadas de Igreja Universal do Reino de Deus, entre outros pastores evangélicos que utilizam a bíblia e a religião como instrumentos de ascensão política ao poder.
Os 4 anos de gestão do Partido Liberal, tiveram apoio maciço desses núcleos de doutrinação religiosos, que além da bíblia, utilizam técnicas de PNL, (Programação Neuro Linguística), muito utilizadas por Coaches de resultado e que são largamente utilizadas por Pseudo Pastores nesses negócios. Essas técnicas podem também ser chamadas de hipnose, já que há uma programação do cérebro em função das prerrogativas dos técnicos que utilizam as casas de doutrinação para criar verdadeiros rebanhos de pessoas sem a capacidade de raciocínio e que apenas repetem os movimentos que lhe foram ensinados.
Benjamin Nethanyahu, com o terreno fértil de extremismo religioso, assim como outros líderes fascistas, utiliza a religião como forma de aprovação das suas práticas, já que o mundo real não tem valor e sim a vida pós-morte, assim como a igreja católica mandou milhões de pessoas a morte durante a inquisição, formando verdadeiros exércitos de "Deus", com a promessa de uma eternidade de glórias após a morte.
Hoje, 2 dias após o contra-ataque do Irã, velhos sem forças para lutar e fundamentalmente sem coragem para ir a frente de batalha, estão repensando estratégias não só de guerra, mas também de persuasão para mandar mais jovens em busca dessa glória eterna, o que é incompreensível para aqueles que acreditam no real e não esperam pela glória no pós vida.
Os exemplos pelo mundo são muitos, resta agora a população brasileira avaliar em que direção nós queremos ir, tendo como opção mais radical do fascismo o fundamentalismo religioso, a qual é captaniada no Brasil pelo Bispo Macedo e que foi capaz de eleger Jair Bolsonaro para presidente, dividindo o país e quase provocando uma guerra civil, tendo como grandes perdedores nesse processo, o povo brasileiro.



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