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O problema do capitalismo.

Donald Trump assume o governo dos Estados Unidos com todo tipo de "blefe" no jogo da política do vale tudo para encher os próprios bolsos.



Em meio a polêmicas dos primeiros atos de Donald Trump como 47º presidente da república, o que vemos é um certo desespero pela perda da "hegemonia americana", que tempos atrás era impulsionada pela atividade industrial forte, praticamente o domínio da cultura global, (a partir do cinema, da indústria da música e principalmente do terror causado pelas bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki). Os filmes de heróis americanos não tinham contrapontos pelo mundo que fossem suficientemente fortes para abrir os olhos de outras nações e o domínio da comunicação fez dos Estados Unidos a grande potência financeira que eles se tornaram.


Agora o "buraco é mais embaixo".


Os Estados Unidos ainda é a nação mais rica do mundo, porém, aquele crescimento acelerado de épocas atrás no mundo globalizado que vivemos hoje, não é mais possível, dada a descentralização da comunicação. Enquanto a festa da posse de Trump mostrou um país rico e sadio, a verdade é que o país vive a sua pior crise e Donald Trump foi eleito como uma última tentativa de ressignificar o sonho americano, que vem se tornando um verdadeiro pesadelo desde anos atrás.


Fome, miséria e crises humanitárias, são comuns em sistemas capitalistas, onde a vida se torna cada vez mais difícil para aqueles que não nasceram em famílias abastadas, não tiveram acesso a educação e a oportunidades iguais.


Como explicar o crescimento da miséria na Califórnia, um estado que tem o pib maior do que o do Brasil?


O capitalismo se corrói por dentro.


O capitalismo vive ciclos eternos de desenvolvimento, onde a classe mais pobre é cada vez mais apertada até que o acúmulo de capital se torna tão grande e a miséria é tão devastadora, que acontece uma revolta e a quebra do sistema, como já aconteceu na França, na Itália, na Alemanha em em vários outros países. O sistema capitalista usa as leis para reprimir o povo de se revoltar, mas quando a bolha estoura não há mais saída e o sistema todo implode, como está acontecendo nesse momento. Se a gente olhar para o que Donald Trump está propondo, e sendo aplaudido por isso, é fácil perceber o desespero em que eles se encontram, já que estão vendo como solução, "roubar" outros países, como Canadá, México, Groelândia, Panamá, para sustentar o modo de vida americano. Uma solução que funcionava no passado, quando eles eram os únicos contadores de história, hoje, com a comunicação descentralizada, a verdade vem à tona em um país que tem uma dívida pública de 36 trilhões de dólares e crescendo, entrar em uma guerra pode não ser a melhor ideia, até porque vemos que os EUA não foram bem sucedidos em nenhuma guerra que entraram nos últimos anos, tendo apenas servido para jogar dinheiro fora e aumentar o ódio aos americanos.


Soluções antigas já não servem no mundo moderno.


Trump reunil figuras extriônicas e polêmicas em sua posse, mas a que se destacou foi Elon Musk.


Elon Musk faz gesto nazista na posse de Donald Trump.
Elon Musk faz gesto nazista na posse de Donald Trump.

O soldado mais combativo da América, Elon Musk, repetiu um gesto característico de Hittler na Alemanha, onde ele como líder supremo, aliado a grandes capitalistas da época, provocou um dos maiores massacres de seres humanos no mundo. Elon Musk, com esse gesto, está desprezando a maior parte do capital americano, que estimasse estar em posse de famílias judias, ao repetir o gesto que ficou eternizado pela Alemanha nazista. Hoje os tempos são diferentes de tempos passados e nada ficará em pune apesar deles pensarem que estão protegidos. O poder do dinheiro é muito grande e atacar toda uma classe, onde está o maior acúmulo de capital do mundo, não é bom negócio para ninguém.


Trump ao ataque.


Um líder fascista que se prese precisa de inimigos e é claro que ele não ia declarar guerra a Otan nem a Vladmir Putin, afinal ele é arrogante mas não é burro. Escolheu inimigos fracos e despreparados para enfrentar uma guerra, gays, negros, latinos, pobres e todos aqueles que não são brancos de olhos azuis estão sob a mira dos capitalistas selvagens que só tem uma única meta. Enriquecer os seus próprios bolsos e impor o trabalho aos americanos para sustentarem as suas fortunas e posições de controle.


Não vai durar muito a tentativa de Trump de se tornar o 4º reich, porque é necessário o domínio da comunicação para que isso possa ser posto em prática, e na medida do tempo que o povo americano começar a perceber que "nem tudo que reluz é ouro", o arrependimento vem e o capitalismo mais uma vez, depois de nadar por quilômetros, acaba morrendo na praia.



Um ponto positivo, mas controverso.


Village People fechou o evento da posse de Donald Trump e deixou muita gente sem entender o que estava acontecendo. A banda é um ícone pop dos gays e apesar do compositor da música protestar, não dá pra apagar anos de história construída nas boates mais chiques do mundo inteiro, onde o hino é tocado e milhões de pessoas que se identificam com a categoria, já tomaram para si essa música, além também do videoclipe ser representado por trabalhadores americanos que são interpretados por figuras que facilmente identificamos como público gay.




 
 
 

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